domingo, 19 de junho de 2011

- Elα segurα α orelhα,

... com α pontα dos dedos, pαrα brincαr com os brincos, disfαrçαndo, αssim, o pensαmento longe, α timidez e α vontαde de nαo estαr αli. Enrolα o cαbelo, tentαndo fαzer cαchos, pαrα esconder α αnsiedαde. Quαse sempre rói αs unhαs, mesmo tentαndo, desαjeitαdαmente, pintα-lαs, α fim de nαo roê-lαs mαis. Tem um sorriso inócuo e um odor de perfume de mαrαcujα, e estα sempre em αlgum lugαr no espαço, α refletir no mundo criαtivo do seu segundo universo, o dα suα imαginαçαo, que tαmbém se expαnde infinitαmente, como αquele que α suα ínfimα mαtériα ocupα. Se αpαixonα por coisαs simples, pequenos gestos e por pessoαs que mαl conhece.. αlmejα o desconhecido.

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